Posts para Outubro, 2009

Bruxas à solta esta noite!


024026


Olá, bruxinhas e bruxinhos


Gozem bem esta noite com mais imagens de «Haunted» e dois webclips e um trailer de «162 Candles»!

Boa noite das bruxas para todos!




6 Comentários Ferra-lhe o dente

Vampire Diaries - Episódio 7 - «Haunted»

0 Comentários Ferra-lhe o dente

Vampire Diaries - Episódio 7

 

 

furia-imagem

 

JÁ  ESTÁ NA FNAC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá, vampiros

 

Hoje, é dia de NOVO EPISÓDIO de Vampire Diaries: finalmente, «Haunted» foi para o ar, ontem, e aqui temos o link para assistirem online. Este episódio ainda não tem legendas, mas acrescentaremos mais tarde. Entretanto, para quem gostaria de rever algum episódio legendado: aqui segue a lista de links.

 

Episódio 1 - Piloto

Episódio 2- «Night of the Comet»

Episódio 3 - «Friday Night Bites»

Episódio 4 - «Family Ties»

Episódio 5 - «You’re Undead to Me»

Episódio 6 - «Lost Girls»

 

  Como sobremesa, um clip de promoção do episódio 8 - «162 Candles»

 

 

 

Temos recebido vários comentários de leitores que JÁ ENCONTRARAM FÚRIA À VENDA E QUE DEVORARAM O LIVRO (média 3 horas…). Parece que já está à venda por todo o lado, incluindo na fnac. No entanto, pedimos aos que ainda não encontraram Fúria, que nos digam para podermos descobrir outras lojas onde podem adquiri-lo.

 

Um fim-de-semana medonho para todos!

20 Comentários Ferra-lhe o dente

Frase de culto 11


Olhou-a fixamente por um instante, com a dor dos seus olhos a atingir um ponto gélido e a seguir simplesmente abandonou-se.
Deixou de lutar por completo.

Fúria, L. J. Smith.


0 Comentários Ferra-lhe o dente

Novo trailer «Haunted» e pistas para encontrar Fúria


normal_haunted301


Olá, alminhas penadas


Parece-nos que Vicky se está a preparar para fazer alguma… Continuamos com água na boca à espera de «Haunted» e só nos resta ver mais um trailer que já está a circular pelo mundo. Tem excertos de outros episódios e partes inéditas do próximo. Ferrem-lhe os dentes…



Entretanto, as estrelas de Vampire Diaries pousaram para a TV Guide Magazine e, para os curiosos, trouxémos um vídeo dessa sessão de fotos, com Nina Dobrev, Paul Wesley e Ian Somerhalder.



Já houve quem encontrasse Fúria nas livrarias, nós aqui já demos o link para a compra do livro na Bertrand e na Wook, mas ainda há quem não o descubra à venda em lado nenhum e parece que não chegou a todas as livrarias. Por agora, fiquem com mais este link - da livraria Apolo 70. No nosso próximo post, colocaremos uma lista de todas as livrarias em que já estará disponível, com links, se os houver. Quinta-feira, o mistério será, por fim, resolvido!!!!

8 Comentários Ferra-lhe o dente

Novos clips episódio 7 - «Haunted»


Olá, vampiros e vampiras


Sim, também estamos ansiosos por ver o próximo episódio de Vampire Diaries - «Haunted» - que devia ter passado na quinta à noite nos EUA, mas, como avisámos, foi adiado para a próxima quinta. Por cá, já chovem os sintomas de privação. Para combater a febre, ei-los, dois clips fresquinhos de «Haunted»!


No primeiro, o pobre Stefan tem de lidar com o tédio de Vicky e o antagonismo de Damon… Sim, Vicky já é uma vampira e está a começar a ficar com dores de estômago… No segundo, vemos Vicki à beira de perder o controlo, até Stefan entrar em acção.




Não se esqueçam, as segundas-feiras são sempre os dias mais arrepiantes da semana. Divirtam-se :)

1 Comentário Ferra-lhe o dente

Fúria já à venda na Wook!


cidade_ossos_v_small


furia_h


Olá, habitantes das trevas


Fúria já está à venda online, no site da Wook. Podem clicar aqui para ver, ou na imagem da capa. O mesmo acontece com A Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare, que já está disponível nas livrarias e pode ser comprado online - é só clicar aqui para aceder à venda na Bertrand, ou na Wook.


Entretanto, a nossa Elena em Vampire Diaries está a caminho da ribalta e já é capa da Elle - da Bulgária, é certo, mas é a Elle…


ninaelle


Muitas dentadas e mordidelas para todos!

7 Comentários Ferra-lhe o dente

Canções «Lost Girls», boas notícias e sinopse de «Haunted»


normal_vd09-cw09-0016


Olá, doçuras envenenadas


A legenda do cartaz, embora não se veja, diz assim: «Este é um amor impossível». Também acham? Se alguém sabe de alguma coisa que impeça estas duas almas de viverem aterrorizadas para o resto da vida, que fale já ou se cale para sempre!


Já sabemos que houve alguns «traumas» com o primeiro capítulo de Fúria, mas, temos de ser tolerantes com Elena… Afinal, que rapariga não ficaria um pouco confusa depois de ser disputada por dois vampiros, morrer num desastre de carro, ressuscitar para um frio de morte e dar por si transformada também ela em vampiro? Bem sabemos que o amor deveria resistir a tudo, mas, o pobre cupido também tem dias piores…


Aguardamos a chegada do livro, para ver como este nó se desata. Entretanto, temos boas notícias em relação à série Vampire Diaries, a quem foi concedida uma temporada completa de 22 episódios (nós, por aqui, ainda vamos no 6º, por isso, ainda temos muitas, muitas unhas para roer).


Entretanto, temos a sinopse do próximo episódio - «Haunted» - e uma lista das canções - porque houve quem perguntasse e também quem respondesse!  - do episódio anterior - «Lost Girls».


Sinopse episódio 7 - «Haunted»

O comportamento de Vicky torna-se mais perigoso e Stefan tenta ajudá-la. Elena tenta convencer Jeremy a afastar-se de Vicky. Carolina oferece a Bonnie o colar que tirou a Damon para usar com o fato do Dia das Bruxas. Quando Damon tenta recuperar o colar, fica surpreendido com os talentos de Bonnie. Bonnie discute o incidente com Grams e fica a saber mais do passado da sua família. Tentando animar Vicky, Matt leva-a à casa assombrada do liceu, mas a noite transforma-se num pesadelo…

fonte



CANÇÕES EPISÓDIO 6 - «LOST GIRLS»


A Fine Frenzy - Stood Up

Editors - Weigth of the World

The Temper Trap - Fader

Anberlin - Enjoy the Silence

Green Day - 21 Guns

Jason Walker - Down


E, PARA QUEM AINDA NÃO LEU O PRIMEIRO CAPÍTULO DE FÚRIA, O QUE ESTÃO À ESPERA ????

1 Comentário Ferra-lhe o dente

Primeiro capítulo de Fúria.

0 Comentários Ferra-lhe o dente

PRIMEIRO CAPÍTULO DE FÚRIA!


PlanoK_Furia_v4-curvas.indd


Olá, passageiros da sombra


Como prometido, eis o primeiro vislumbre de Fúria… à mercê das vossas garras e das vossas presas afiadas.

Queremos saber a que diabólicos transes de curiosidade e antecipação este primeiro capítulo vos levará. Digam-nos o que acharam, peçam-nos mais e, não se esqueçam - Fúria estará nas livrarias a partir de dia 24 de Outubro.


Capítulo Um


Elena penetrou na clareira.
Por debaixo dos seus pés, pedaços de folhas outonais congelavam-se na neve lamacenta. Escurecera, e embora a tempestade começasse a amainar, o bosque estava cada vez mais frio. Elena não sentia o frio.
Também não se importava com a escuridão. As suas pupilas abriram-se completamente, recolhendo partículas de luz que teriam sido invisíveis para um humano. Distinguiu com toda a clareza as duas fi guras que mediam forças sob o enorme carvalho.
Uma tinha uma cabeleira espessa e escura que o vento revolvera e convertera num agitado mar de ondas. Era ligeiramente mais alta do que a outra e, apesar de não conseguir ver -lhe o rosto, de alguma maneira soube que os seus olhos eram verdes.
A outra tinha uma mata de cabelos igualmente escuros, mas mais finos e lisos, quase como a pelagem de um animal. Os lábios estavam puxados para trás, mostrando os dentes com fúria, e a graça lânguida do seu corpo estava reunida na pose agachada de ataque de uma pantera. Os seus olhos eram negros.
Elena observou -os durante alguns minutos sem se mexer. Esquecera-se porque fora ali, por que motivo a luta que ecoava na sua mente a arrastara até ali. A tão pouca distância, o clamor da sua raiva, do seu ódio e da sua dor era quase ensurdecedor, como gritos silenciosos provenientes dos combatentes. Estavam envolvidos num combate até à morte.
Pergunto -me qual deles vencerá, pensou. Ambos estavam feridos e sangravam, e o braço esquerdo do mais alto pendia num ângulo antinatural. Contudo, acabava de empurrar o outro contra o tronco retorcido de um carvalho e a sua fúria era tão grande que Elena conseguia senti-la e saboreá-la, tal como ouvi-la, e sabia que estava a proporcionar -lhe uma força incrível.
E então Elena lembrou-se porque fora até ali. Como poderia tê-lo esquecido? Ele estava ferido. A sua mente chamara-a ali, fustigando-a com ondas expansivas de raiva e de dor. Ela tinha ido ajudá -lo, porque lhe pertencia.
As duas figuras estavam agora caídas no chão gelado, a lutar como lobos, grunhindo. Veloz e silenciosa, Elena foi até eles. O de cabelos ondulados e olhos verdes - Stefan, murmurou uma voz na sua cabeça - estava por cima, com os dedos a procurar desesperadamente a garganta do outro. A cólera inundou Elena, a cólera e uma atitude protectora. Estendeu o braço para eles para afastar aquela mão que tentava estrangular, para puxar aqueles dedos para cima.
Nem sequer lhe passou pela cabeça que não seria suficientemente forte para o fazer. Era bastante forte, e isso era suficiente. Lançou todo o seu peso para um lado, arrancando o cativo ao seu oponente. Por via das dúvidas, fez pressão sobre o seu braço ferido, derrubando o atacante de bruços sobre a neve lamacenta coberta de folhas. Depois começou a asfixiá-lo por detrás.
O seu ataque apanhara-o de surpresa, mas não estava de todo vencido. Devolveu o golpe, a mão sã a procurar às cegas a garganta da rapariga. O polegar enterrou-se na traqueia dela.
Elena deu consigo a lançar -se sobre a mão, indo direita a ela com os dentes. A sua mente não compreendia, mas o corpo sabia o que fazer. Os dentes eram uma arma e rasgaram a carne, fazendo o sangue correr.
Porém, ele era mais forte do que ela. Com uma violenta sacudidela de ombros, libertou-se dela e retorceu-se entre as suas mãos, atirando-a ao chão. E então foi ele a pôr-se em cima dela, com o rosto contorcido por uma fúria animal. Ela ciciou e lançou-lhe as unhas aos olhos, mas ele afastou a mão com um golpe.
Ia matá -la. Mesmo ferido, era de longe o mais forte. Os seus lábios afastaram-se para trás para mostrar dentes já manchados de escarlate. Como uma cobra, estava pronto para atacar.
Então, deteve-se, debruçando-se sobre ela, enquanto a sua expressão mudava.
Elena viu os olhos verdes a arregalarem-se. As pupilas que tinham estado contraídas em forma de ferozes pontinhos ampliaram-se de repente. Olhava-a fixamente, como se na realidade a visse pela primeira vez.
Porque olhava para ela daquela maneira? Porque não se limitava a acabar com ela? Mas a mão férrea sobre o seu ombro estava já a afrouxar. O grunhido animal desaparecera, substituído por uma expressão de perplexidade e assombro. Sentou -se para trás, ajudando-a a sentar-se, sem deixar, nem por um instante, de olhar para o seu rosto.
- Elena - murmurou, a voz a quebrar -se. - Elena, és tu.
Essa é quem sou?, pensou ela. Elena?
Na realidade, não importava. Dirigiu um olhar veloz em direcção ao velho carvalho. Ele continuava ali, de pé por entre as raízes que sobressaíam da terra, a arquejar, apoiando -se na árvore com uma das mãos. Olhava para ela com os olhos infinitamente negros e as sobrancelhas contraídas numa expressão carrancuda.
Não te preocupes, pensou ela. Eu consigo dar conta deste. É estúpido. Depois voltou a atirar -se ao jovem de olhos verdes.
- Elena! - gritou ele enquanto ela o derrubava de costas.
A mão sã empurrou -lhe o ombro, sustendo-a no alto. - Elena, sou
eu, Stefan! Elena, olha para mim!
Ela olhava, e tudo o que via era o pedaço de pele a descoberto do seu pescoço. Voltou a sibilar, o lábio superior a retroceder para lhe mostrar os dentes.
Ele ficou paralisado.
Sentiu como a comoção se reflectia por todo o corpo do jovem, viu que o seu olhar se quebrava. O rosto adquiriu a mesma palidez que teria se alguém lhe tivesse dado um murro no estômago. Sacudiu ligeiramente a cabeça sobre o chão lamacento.
- Não - sussurrou. - Oh, não…
Parecia estar a dizê-lo para si mesmo, como se não esperasse que ela o ouvisse. Estendeu a mão para o rosto dela, que tentou mordê-la.
- Ah, Elena… - murmurou ele.
Os últimos restos de fúria, de desejo animal de matar, tinham-lhe desaparecido do rosto. Tinha os olhos aturdidos, aflitos e entristecidos.
E estava vulnerável. Elena aproveitou o momento para se lançar sobre a carne nua do seu pescoço. Ele levantou o braço para travá-la, para a afastar, mas depois voltou a deixá-lo cair.
Olhou-a fixamente por um instante, com a dor dos seus olhos a atingir um ponto gélido e a seguir simplesmente abandonou-se.
Deixou de lutar por completo.
Ela sentiu como sucedia, sentiu como a resistência abandonava o corpo dele. Ficou deitado sobre o chão gelado com restos de folhas de carvalho no cabelo, olhando para além dela para o céu negro e coberto de nuvens.
«Acaba com ele», disse-lhe a sua voz cansada na mente.
Elena hesitou por um instante. Havia algo naqueles olhos que evocava memórias dentro de si. Estar de pé à luz da Lua, sentada num quarto num desvão… Mas as lembranças eram demasiado vagas. Não conseguia agarrar-se a elas, e o esforço aturdia-a e deixava-a tonta.
E este tinha de morrer, este dos olhos verdes chamado Stefan. Porque magoara -o, ao outro, aquele que era a razão da sua existência. Ninguém podia fazer -lhe mal e continuar vivo.
Cerrou os dentes sobre a garganta dele e mordeu profundamente. Apercebeu-se de imediato que não o fazia como devia. Não alcançara uma artéria ou uma veia. Atacou a garganta, furiosa ante a sua própria inexperiência. Era agradável morder algo, mas não saía muito sangue. Contrariada, levantou a cabeça e voltou a morder, sentindo que o corpo dele dava uma sacudidela de dor.
Muito melhor. Desta vez tinha encontrado uma veia, mas não a rasgara o suficiente. Um pequeno arranhão como aquele não serviria de nada. Do que necessitava era de a rasgar por completo, para deixar que o sangue quente e suculento saísse aos borbotões.
A sua vítima estremeceu enquanto ela trabalhava, os dentes a arranhar e a roer. Começava a sentir a carne a ceder quando umas mãos a puxaram, por trás, fazendo-a levantar -se.
Elena grunhiu sem soltar a garganta. Porém, as mãos eram insistentes.
Um braço rodeou -lhe a cintura, uns dedos enroscaram-se-lhe nos cabelos. Lutou, agarrando-se à sua presa com unhas e dentes.
- Larga-o! Deixa-o!
A voz era seca e autoritária, como uma rajada de vento frio. Elena reconheceu-a e deixou de forcejar com as mãos que a afastavam. Quando a depositaram no chão e ela ergueu os olhos para o ver, surgiu um nome na sua mente. Damon. O nome dele era Damon. Olhou-o fixamente com expressão colérica, ressentida por ter sido arrancada da sua presa, mas obediente.
Stefan estava no chão a soerguer -se, com o pescoço vermelho de sangue, que também corria pela camisa. Elena lambeu os lábios, sentindo uma pontada semelhante a uma guinada de fome mas que parecia ser proveniente de cada fibra do seu ser. Voltava a sentir-se zonza.
- Pareceu -me - disse Damon - que disseste que estava morta.
Olhava para Stefan, que estava ainda mais pálido do que antes, se é que isso era possível. Aquele rosto branco estava cheio de um desespero infinito.
- Olha para ela - foi tudo o que disse.
Com a mão segurou o queixo de Elena, inclinando-lhe o rosto para cima. Ela devolveu directamente o olhar dos olhos escuros e semicerrados de Damon. Depois, uns dedos longos e finos tocaram-lhe nos lábios, sondando entre eles. Instintivamente, Elena tentou morder, mas não com muita força. O dedo de Damon localizou a curva afiada de uma presa e então Elena mordeu, dando uma dentada parecida com a de um gatinho.
O rosto de Damon era inexpressivo, o olhar, duro.
- Sabes onde estás? - perguntou.
Elena olhou em volta. Árvores.
- No bosque - disse com astúcia, voltando a olhar para ele.
- E quem é aquele?
Ela seguiu a direcção que o dedo dele indicava.
- Stefan - respondeu com indiferença. - O teu irmão.
- E quem sou eu? Sabes quem sou?
Ela sorriu-lhe, mostrando os seus dentes afiados.
- Claro que sei. És Damon, e eu amo -te.






25 Comentários Ferra-lhe o dente